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Perdidamente...

Um dia... vou acreditar no destino Fechar os olhos e deixar o vento levar-me... onde ele quiser vou acreditar nos sonhos vou acreditar em ti...

Perdidamente...

Um dia... vou acreditar no destino Fechar os olhos e deixar o vento levar-me... onde ele quiser vou acreditar nos sonhos vou acreditar em ti...

Sempre

 

 

Poderia dizer que vou amar-te para sempre, mas sempre é tão pouco. Sabe a nada é tão pouco para o que quero viver.
Ao mesmo tempo, não sei se sempre é pouco para ti. Gostava que fosse, e no fundo sei que é.
Sempre, é difícil descrever, sem data sem horas, sem planos. Sempre. Onde? Quando?
Sempre para sempre vai ser pequenino para nós. Para o sentimento enorme, sempre não basta. Quero mais, infinitamente, para além do céu e do mar.
Amar-te além dos olhos, e dos ouvidos. Com mãos e pés, caminhar lado e lado de mãos dadas, sem saber que passo vem a seguir. Sem se importar com isso, só sabendo que de mãos dadas vamos a qualquer lado.
P’ra sempre é pouco, não vai dar para enterrar os pés na areia a vezes todas que me apetece, e dizer-te a quantidade de vezes que quiser, que “tu e eu” lado a lado com sempre, ele não vale nada.
Não definitivamente não.
Não, sempre, não me chega, para sujar-te a cara de tinta e beijar-te assim… quero que essa sensação dure, mas “sempre” soa-me a efémero e fantasioso.
Quero que dure o sabor dos teus beijos, e o calor das tuas mãos. Quero que dure, a sensação de plenitude e o estado Apaixonada.
Quero que dure os abraços teus…
...e as danças na chuva.
Sempre é tão pequenino, e eu sou grande… muito grande, com o teu amor.

 

Olga G.

 

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