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Perdidamente...

Um dia... vou acreditar no destino Fechar os olhos e deixar o vento levar-me... onde ele quiser vou acreditar nos sonhos vou acreditar em ti...

Perdidamente...

Um dia... vou acreditar no destino Fechar os olhos e deixar o vento levar-me... onde ele quiser vou acreditar nos sonhos vou acreditar em ti...

Viagens

 

Às vezes ia contigo, no carro, apertavas-me os joelhos e sorrias enquanto eu me contorcia de tanto riso que as cócegas provocavam.

Paravamos numa loja qualquer e compravas-me um gelado. sentava-me naquelas cadeiras gigantes, e os meus pés não chegavam ao chão. Rodava com a cadeira, enquanto te demoravas na conversa.

Sempre gostaste de conversar. Falavas pelos cotovelos, e conhecias toda a gente. E eu delirava, naquele local, de gente grande, até me chamares para voltarmos.

Passavamos pelos outros carros e ultrapassavas, muito devagar, e eu julgava que eras o melhor do mundo, porque conduzias mais depressa que os outros. Sorrias-me e eu ficava orgulhosa, hoje sei que iamos muito devagar, e os outros, não deviam ir a mais de 20 km.

Hoje sei, que tu eras e és o melhor do mundo, mas não pela tua condução, mas sim pelo teu caracter e pela tua personalidade. Hoje sei que o meu orgulho, nada deve-se ao que se passava lá fora, mas sim, porque do meu lado eu tinha o melhor pai do mundo.

Tenho saudades de tudo isso, até do gosto que o gelado de chocolate tinha. Sobretudo de ti.

 

 

 

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